domingo, 11 de dezembro de 2016

Mostra Espírito Santo do III Festival Latino Americano de Monólogo – Flam 2016


Festival Latino Americano de Monólogo (Flam) é um evento criado para divulgar e apresentar monólogos teatrais. Será realizado de 14 a 16 de dezembro de 2016 no Teatro Virginia Tamanini, Sesc Glória, e está em sua terceira edição com a Mostra Espírito Santo.

A abertura, dia 14 de dezembro (quarta-feira), contará com a participação da atriz, poeta, historiadora e mestre em Estudos Literários Suely Bispo, a qual apresentará o monólogo Um recital para Miguel Marvilla. Recentemente, Suely interpretou a personagem Doninha na novela Velho Chico, da Rede Globo.

Suely Bispo


Segue a programação completa:

DIA 14
18h30 – Abertura Oficial – Manifesto pela Arte – com Verônica Gomes e Renato di Renzo (organizadores do Festival).

19h – Um recital para Miguel Marvilla, com Suely Bispo.
Sinopse:
Um Recital Para Miguel Marvilla
é uma performance poético-teatral com Suely Bispo e homenageia Miguel Marvilla, considerado um dos maiores poetas da história do Espírito Santo. O roteiro foi elaborado com elementos da história da vida e da obra do escritor e reúne textos, não só os poéticos do Marvilla, mas também da biógrafa Joana D’Arc Herkenhoff e de Jorge Elias.

Ficha Técnica:
Textos: Miguel Marvilla, Joana D’Arc Herkenhoff, Jorge Elias
Roteiro, direção, produção e interpretação: Suely Bispo
Supervisão cênica: Paulo DePaula e Gil Mendes
Sonoplastia: Thiago Pessanha (piano)
Iluminação e operação de luz: Everaldo Nascimento
Figurino: Gabi King
Duração: 30 minutos
Classificação etária: 14 anos
Gênero: Drama

20h – A caminho de Tun-tá, com a atriz, escritora e orientadora na empresa MAP Ingrid Moreira Mendonça.
Sinopse:
A caminho de Tun-Tá é um solo que envolve teatro e dança. Uma estória viva e reflexiva, escrita, dirigida e interpretada por Ingrid Mendonça, cuja personagem chama-se Felícia, habitante da cidade de Dormência, onde havia muita violência e estresse. Esta cidade recebe a visita de um enorme colibri chamado Don Altálio, que vem trazer a promessa de levar todos os habitantes de Dormência para um lugar de eterna e plena felicidade chamado Tun-Tá. Todavia, para se conhecer Tun-Tá, os interessados têm que ser submetidos a doze provas, e Felícia é uma das pessoas que se oferece para enfrentar essa grande aventura.

Ficha técnica:
Textos: Ingrid Mendonça
Trilha sonora: EstudioNovart
Produtor musical e musico: Sergio Benevenuto em Bardot Mobile.
Iluminação: MitziMarzzuti.
Duração: 50 minutos
Classificação etária: Livre
Gênero: Livro vivo

DIA 15
19h – As Mulheres de Nelson, com Juliana Flauzino
Sinopse:
As mulheres de Nelson
– fragmento do texto Mulher sem pecado, do consagrado Nelson Rodrigues. Uma adaptação concebida pela diretora Verônica Gomes. Sem perder em nenhum momento a dramaticidade e a transcendência do autor, a adaptação levanta, através da personagem Lídia, vivida pela jovem atriz Juliana Flauzino, todas os questionamentos e as angústias da mulher contemporânea.
Ficha técnica:
Atriz: Juliana Flauzino
Roteiro, direção, produção: Verônica Gomes
Figurino: Teatro Du Beco
Textos: Nelson Rodrigues
Duração – 30 minutos


20h – Eco profético, com Roberto Claudino
Sinopse:
Eco profético
é um monologo do ator-performer Roberto Claudino, que tem na sua temática a abordagem que envolve a violência de um homem negro, primeiro aprisionado na África e vendido para o Brasil e depois revendido para a Europa.
Ficha técnica:
Performance e roteiro de Roberto Claudino
Figurino: Regina Schimitt
Preparação Corporal Paulo Roberto Gomes de Lima
Roteiro e interferências cênicas: Cesar Huapaya
Duração: 50 minutos
Classificação etária: 12 anos
Gênero: Vanguarda

DIA 16
19h – O Mistério da Casa Amarela, com Verônica Gomes
Sinopse:
O Mistério da Casa Amarela: episódio recheado de fatos, conduzidos pela atriz/narradora Verônica Gomes. Os fatos são apresentados livres de estilos e muitas vezes correm pelo burlesco/grotesco, o que explica o absurdo do trágico/cômico” (Renato Di Renzo). É uma adaptação livre da peça Mulher Sozinha, escrita pelo dramaturgo Dário Fo e por sua esposa, Franca Rame.
A montagem traz uma rica discussão sobre o universo feminino. É um monólogo rico de imagens. O texto aborda o universo de uma mulher que se sente presa, tanto no plano real como no plano imaginário. O interessante que esta obra teatral faz com que a plateia discuta que, mesmo com o avanço do gênero feminino em sua contemporaneidade, ela é ainda objeto de opressão por parte do gênero masculino, ou seja, ela ainda é presa ao homem, ao macho, ao heterossexual.

Ficha técnica:
Elenco: Verônica Gomes
Direção e Adaptação do Texto: Renato Di Renzo
Figurino: Regina Schimitt, com supervisão de Renato Di Renzo
Produção: Teatro Du Beco
Iluminação: Everaldo Nascimento
Adereços: Verônica Gomes e Cláudio Souza
Cenário: Renato Di Renzo e Verônica Gomes
Sonoplastia: Verônica Gomes
Fotos: Sandy Vasconcelos
Duração: 60 minutos
Classificação etária: 14 anos
Gênero: Livre

20h – Mesa redonda com os diretores da mostra do festival. Tema: O processo criativo do monólogo no cenário contemporâneo

21h30 – Encerramento Oficial

Realização: Teatro Du Beco
Organização: Verônica Gomes e Renato Di Renzo
Direção de produção: Sandra Mara e Flávia Ribeiro
Divulgação: Suely BispoParceria cultural: Sesc-ES


Teatro Virginia Tamanini, Sesc Glória:
Endereço: Av. Jerônimo Monteiro, 428 - Centro, Vitória - ES, 29010-002
Telefone: (27) 3223-0720



quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Escola da Barra do Jucu realiza projeto com peças teatrais e publicação de livro


O nome do projeto: Tudo começou com um vestido azul. Formado por professores, estudantes do sétimo ano da Unidade Municipal de Ensino Fundamental Doutor Tuffy Nader, membros do grupo Teatro da Barra/ES e convidados, com apoio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-ES), o projeto foi desenvolvido ao longo do ano 2016 e seu resultado será apresentado no dia 30 de novembro (quarta-feira), a partir das 15 horas, no auditório da UMEF Doutor Tuffy Nader, na Barra do Jucu, Vila Velha.

Será lançado o livro Camélia, de autoria da estudante Débora Lizaldo, e serão apresentadas cinco peças teatrais escritas por alunos também da UMEF Doutor Tuffy Nader. As peças juntas compõem o espetáculo Um breve passeio pela Idade Média, pois as histórias são ambientadas no período medieval. Os nomes das peças são: Uma história de amor, escrita por Bruna Karla de Souza Francisco; Amor Proibido, escrito por Lucas Gabriel; O Guardião dos Pobres, escrito por Arthur Costa Nascimento; Vida Surpreendente, escrita por Keverson da Rocha Almeida, e Uma história de generosidade, escrita por Matheus Mees.

O projeto Tudo começou com um vestido azul reuniu a professora de História Renata Soraia de Assis Marvila, o diretor da Escola Tuffy Nader, João Carlos Vieira Gervásio, diretor e o produtor do Teatro da Barra/ES, Paulo DePaula e Sebaba Rodrigues (respectivamente), o estudante de artes cênicas da UVV e estagiário do Programa de Saúde na Escola Jeová Martinez, oficineiros das áreas de dança, expressão, vocalização, e convênio com a Secult-ES.

Segundo a professora Renata Marvila, o projeto teve início com a leitura de um texto chamado Tudo começou com um vestido azul e, em seguida, passou por diversas etapas, como pesquisas e produções de textos, além das oficinas de teatro nos fins de semana organizadas por DePaula, Rodrigues e Martinez.

O evento do dia 30 será aberto ao público, o qual poderá conferir o resultado de um projeto que envolveu leituras, debates, pesquisas, produção de texto, criação, oficinas de técnicas teatrais, expressão corporal, vocalização.
 



Vale a pena prestigiar!

O quê? Lançamento de livro e apresentação de teatro

Local? Auditório da UMEF Doutor Tuffy Nader, na Barra do Jucu

Data? 30/11/2016 (quarta-feira)

15h – Lançamento do Livro Camélia, da aluna e autora Débora Lizaldo, do 7º Ano B, retratando a história de amor entre jovens de classes diferentes do mundo feudal. Orientação: professoras Renata Marvila e Andreia Dresh

16h – Apresentação de Um breve passeio pela Idade Média, com apresentação das peças teatrais:

Uma história de amor – escrita por Bruna Karla S. Francisco – 7ª Ano A

Amor Proibido – escrito por Lucas Gabriel – 7º ano B

O Guardião dos Pobres – escrito por Arthur Costa Nascimento – 7º Ano C

Vida Surpreendente – escrito por Keverson da Rocha Almeida – 7º Ano D

Uma história de generosidade – escrita por Matheus Mees – 7° ano E


Equipe técnica:
Renata Marvila (professora de História)

Paulo DePaula (diretor do Teatro da Barra/ES e do Núcleo Bob DePaula)

Sebaba Rodrigues (produtor cultural)

Jeová Martinez (Programa de Saúde na Escola e estudante do Curso de Artes Cênicas da UVV)

Franciele Sampaio (coreografa)

Fernanda Cristina (maquiadora)

Joseph DePaula (produtor cultural)


Informações:
Sebaba Rodrigues (produtor cultural): (27) 98802-4512

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Os esquetes voltaram ... O 7º Festival Nacional do Espírito Santo


De 3 a 6 de novembro de 2016 o Teatro Municipal de Vila Velha voltou a ser o palco do Festival de Esquetes do Espírito Santo, que, em sua 7ª versão tornou-se Nacional, com a presença de vários grupos representantes do Estado do Rio de Janeiro.

De parabéns a organização do Festival e o Teatro Municipal de Vila Velha Hélio Vianna, que há mais de três anos esteve fechado e neste ano reabriu suas portas no dia 13 de maio de 2016 – dia, por coincidência, do aniversário do saudoso arquiteto do edifício que leva seu nome. O Prefeito Rodney Miranda pôde reinaugurar o teatro que, sob direção de Anderson Lima, recebeu o Festival coordenado por Karina Assunção e Carolina Moreira, com a presença da subsecretária Márcia Abrahão, representando a Secretaria de Cultura de Vila Velha, e do Presidente da Academia de Letras de Vila Velha, Horácio Xavier.

Com programação extensa, de 4 a 6 de novembro, o teatro foi palco de apresentação dos esquetes aceitos para a competição nacional e também local para oficinas de teatro popular, de rua, e de jogos dramáticos. O Festival homenageou ainda como personalidades capixabas os homens de teatro Jovany Salles Rey e Paulo DePaula, que receberam dos atores Edson Nascimento e Suely Bispo, respectivamente, seus troféus comemorativos.

Noite de festa. Um banquete de esquetes como um cardápio para diferentes gostos, mas selecionados para bons gourmands.

Com boas especiarias para os aficionados – humor, surpresa, sonho, delírio, “saboreados” por espectadores ávidos pelo próximo esquete –, a variedade aguçou interesses. De uma comédia do absurdo como “Meu Marido Sumiu“, do Teatro da Barra/ES, a “Como no Drama”, um esquete a la Vicente Celestino, num portunhol argentino do Gota, Pó e Poeira, de Guaçuí/ES.



Os esquetes foram apresentados pelos nove grupos por Karina Assunção. Alguns dos grupos apresentaram até dois esquetes. A apresentação do esquete finalizava sempre com o refrão de Karina: “Abrem-se as cortinas para o talento!”


O festival fluiu muito tranquilamente, com apresentações seguidas e escolhidas a oferecer momentos variados de introspecção e humor, ou autocrítica, reconhecimento do eu. Enfim, uma boa demonstração da criatividade dos autores, da perícia dos diretores, da execução dos esquetes. Trabalhos divertidos e inesquecíveis e instrutivos, como o impactante esquete "Morte", um drama sério, de introspecção, escrito e interpretado por Hudson Braga, autor e ator de Cariacica, ou o hilário “Certificação Compulsória de Atores – Método da Enzima Monoamina Oxidase”, introduzido na tela por ninguém mais que Fernanda Montenegro e desenvolvido em cena com precisão e excelente performance pela atriz Monique de Vaillé, do Rio de Janeiro. O espetáculo recebeu ainda o prêmio de melhor direção para Diego Molina. E pelo Júri Popular foi escolhido o humorístico “Monte de Caquinhas”, com direção de Anderson Lima e participação de Jennifer Duque, Jessica Duque, Alexia Pinheiro e Alice Guimarães.


Como foi Festival, e é de praxe, houve também os prêmios. Nada fácil para os jurados, tenho certeza. O Grupo Gota, Pó e Poeira, de Guaçuí, arrebatou vários dos prêmios com o seu intrigante e dramalhesco, mas corretíssimo “Como no Drama”, que deu aos atores principais Aline Saraiva e Jacimar Henrique os prêmios de melhor atriz e ator e ainda os de melhor figurino e maquiagem.

Menção honrosa também para o ator Ian Oliveiras, do Grupo Agromelados, do Rio de Janeiro, pelo relevante e revelador espetáculo "P.I.P.A – uma mensagem tocante dos Internados e Prontos Para Açoite".

Parabéns novamente a Karina Assunção e a toda a equipe por possibilitar este convívio teatral com grande intercâmbio e enriquecimento para os participantes. Nossos votos de outro êxito em 2017, com o já esperado Oitavo Festival de Esquetes do Espírito Santo!

Paulo DePaula

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Diretor Paulo DePaula recebe troféu personalidade capixaba

Neste 03 de novembro de 2016, quinta-feira, o diretor teatral Paulo DePaula receberá o troféu personalidade capixaba durante a programação do 7º Festival de Esquetes do Espírito Santo.

A entrega do troféu será realizada às 19h30 no Teatro Municipal de Vila Velha.


Mais informações sobre o 7º Festival de Esquetes do Espírito Santo podem ser acessadas em https://www.facebook.com/festivaldeesquetesdoes/.