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terça-feira, 24 de maio de 2016

Teatro da Barra/ES presente na inauguração estátua de D. Luiza Grimaldi

Na inauguração da estátua de D. Luiza Grimaldi, obra de Hipólito Alves na Casa da Memória de Vila Velha, o Teatro da Barra/ES apresentou uma cena composta de duas peças do repertório do grupo (Anchieta: Depoimento e Auto de Frei Pedro Palácios) em comemoração ao evento e ao Dia 23 de Maio (data da colonização do solo espírito santense).

Em cena, os atores participantes, Dilson de Mello (Frei Pedro), Fábio Pererê (narrador) e Dulce Lodi (D. Luiza).

Ator Fábio Pererê e a estátua de D. Luisa, esculpida por Hipólito Alves

Com a presença do Prefeito Rodney Miranda, o  diretor falou sobre os 40 anos de Anchieta: Depoimento, peça em que a figura de D. Luiza Grimaldi é primordial, e Auto de Frei Pedro, que por 25 anos foi apresentada ao pé do Convento da Penha, tendo sempre o figura de Marco Ortiz, do Grupo Sol da Terra, como Frei Pedro Palácios.

segunda-feira, 17 de março de 2014

O Auto de Frei Pedro Palácios

A apresentação de Auto de Frei Pedro Palácios, dia 15 de março de 2014, na Prainha, Vila Velha, foi formidável: músicos, atores, dançarinos e índios guarani contaram a história da Colonização do Espírito Santo e humanizaram o frade franciscano, demonstrando que, com fé em Deus, ele alcançava milagres para si e para os que o rodeavam.

A seguir algumas imagens do espetáculo:






sexta-feira, 14 de março de 2014

Auto de Frei Pedro Palácios

Um resgate histórico sobre o início da Colonização do Solo Espírito-Santense com acontecimentos subsequentes envolvendo o franciscano Pedro Palácios é o assunto do Auto de Frei Pedro Palácios, que voltará a ser encenado na Prainha, em Vila Velha, no dia 15 de março de 2014, a partir das 19 horas.



Sobre o Auto
O texto original (cujo título era Frei Pedro), de autoria de Paulo DePaula e Ivan Reis, recebeu o prêmio de Dramaturgia Claudio Bueno Rocha, concedido pelo Departamento Estadual de Cultura (DEC), e foi publicado na revista CUCA (Cultura Capixaba), editada por Luiz Tadeu Teixeira (1983). Sua montagem e ensaios começaram a ser realizados ao pé do Convento da Penha, o próprio local onde se passara a história de Frei Pedro, sua visão e construção do Convento da Penha. O grupo de então era formado por 16 pessoas, dentre elas Elaine Rowena, Celso Adolfo, Du Piran, Robson Ruy, Marco Ortiz, o técnico Bahiano, Bob e Paulo DePaula.

Desde a primeira apresentação Marco Ortiz representou Frei Pedro. Entusiasmado com a obra e o resultado de sua apresentação, Ortiz uniu-se a Jovany Sales e Roberto Abreu a fim de ampliar a peça, que passou a ser chamada Auto de Frei Pedro e a ser produzida pelo Grupo Sol da Terra, com música de José Antônio e canções indígenas, sacras e do congo. Por muitos anos a peça fez parte do calendário anual das celebrações da Colonização do Solo Espírito-Santense e das programações da Festa da Penha. Hoje o Auto de Frei Pedro Palácios está envolvendo 100 artistas e 30 índios da tribo Guarani de Três Palmeiras, Aracruz.

Fontes: Paulo DePaula, Facebook e Inventário Analítico Teatro da Barra/ES (páginas 15 e 16).