quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Lançamento de Liberdade para o abacateiro

Estivemos na noite de autógrafos do livro de nossa amiga, atriz, coreógrafa e escritora Marilena Soneghet, em Vitória, nessa última quarta-feira (17 de setembro de 2014). O evento foi formidável, a felicidade de Marilena era evidente em seu olhar e em seu sorriso.


Marilena Soneghet

Houve inclusive uma intervenção musical feita pelo cantor lírico e maestro do Coral Canta Barra, Inárley Carletti. Veja no vídeo a seguir.


terça-feira, 9 de setembro de 2014

Lendo na calçada

Por Roberta Soares

Neste mês de setembro de 2014 completa um ano que o grupo Teatro da Barra/ES esteve presente na programação da ação Lendo na Calçada, promovida no Ateliê Casa Aberta Espaço de Moda & Arte, na Rua Sete de Setembro, Vitória. Foi apresentada a farsa Auto do Túmulo de Anchieta. A receptividade do público foi ótima: muitas pessoas interagiram com a peça. Participei fotografando e filmando para registrar aqui no blog.

Stael Magesck e grupo Teatro da Barra/ES

No último final de semana (06/09/2014) pude relembrar a experiência: participei novamente de um dia da Lendo na Calçada, dessa vez acompanhando as educadoras Maria Aparecida Vianna Lodi e Telma Boninsenha no desenvolvimento de uma oficina de educação ambiental popular. Essa mais recente experiência eu registrei no Blog da Roda Biocêntrica no Espírito Santo. Clique aqui para ler como foi e ver algumas imagens.

Novo livro de Marilena Soneghet

Nossa amiga, colaboradora do Teatro da Barra/ES (atriz e coreógrafa) e escritora Marilena Soneghet lançará novo livro no dia 17 de setembro de 2014, em Vitória. Trata-se de Liberdade para o abacateiro, livro de crônicas que, segundo Marilena, “não obedecem a uma temática ou qualquer outro critério de ordem; seguem apenas a ‘cronologia’ do meu sentir”.

Mais informações no convite a seguir:

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Homenagem a José de Anchieta


Tela: Kekel
No dia 14 de agosto a RELer&fazer (Rede de Experiências em Leitura) realizou, na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), o Fórum 2014 de Leitura com homenagens a Rubem Braga (1913-1990) e José de Anchieta (1534-1597). Para palestrar sobre Anchieta a convidada foi Gilda Carvalho, autora da dissertação de mestrado José de Anchieta: o homem, sua letra e seu engajamento, defendida na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Gilda falou sobre a história de José Anchieta, sua vinda ao Brasil, sua saúde frágil, seus escritos e seus trabalhos junto aos indígenas – principalmente da produção de autos conjugada com a catequese. Um dos pontos altos dessa palestra foi o destaque ao engajamento literário de José de Anchieta: “segundo Jean-Paul Sartre, o homem pode expor-se politicamente por meio de sua produção literária. E o que é engajamento? É a associação do que se acredita e confia com escolha e ação. Anchieta tinha suas crenças, seus princípios, fez sua escolha pela Companhia de Jesus e empreendeu sua ação por meio de sua obra literária. Tinha consciência de seu compromisso com o processo de colonização, de impor a cultura cristã aos índios. Porém, sua visão humanista o fez, por exemplo, inserir os indígenas, suas danças e músicas nas peças”.

A palestra de Gilda Carvalho fez-me lembrar, em vários momentos, da peça Anchieta: Depoimento (uma coletânea de fatos que ressaltam qualidades de Anchieta), escrita por Paulo DePaula. Segundo o livro Teatro da Barra/ES: inventário analítico, em 1974, Paulo DePaula começou a sentir admiração pela vida e obra de José de Anchieta e de suas pesquisas resultou a peça, que estreou em 1976 no Theatro Carlos Gomes, em Vitória, com críticas positivas nos principais jornais em circulação da época – A Gazeta e A Tribuna. Fez-me lembrar também do livro História do Teatro Capixaba: 395 anos (edição de 1981), de Oscar Gama, o qual divide a história do teatro no Espírito Santo em três fases: Colonialista, Familiar-comunitária e semiprofissional. A fase colonialista tem início em 1585 com a apresentação, em Guarapari (ES), do auto Na aldeia de Guaraparim, cujo autor é José de Anchieta – considerado a maior expressão dessa fase. Recordei também o livro A capitoa, de Bernadette Lyra, que aborda em determinado momento um jesuíta que chegou à nossa terra muito jovem, com uma corcunda que o fazia chorar tal qual uma criança, devido às dores atrozes que sentia.

Enfim, foi um Fórum rico de conhecimentos, que demonstrou o quão importante é aprendermos cada vez mais sobre a História de nossa terra, o quão essencial é a leitura para nossas vidas, para nosso aprimoramento pessoal e intelectual.

Roberta Soares – jornalista, colaboradora da RELer&fazer e do Teatro da Barra/ES




Carvalho, Gilda Maria de A. R. Borges de. José de Anchieta: o homem, sua letra e seu engajamento. Dissertação (mestrado) – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de Letras, 2010.

DePaula, Paulo; Filgueiras, Joanna; Malverdes, André. Teatro da Barra/ES - Inventário Analítico. Vila Velha: [S.n], 2011.

Gama, Oscar. História do Teatro Capixaba: 395 anos. Vitória, Fundação Ceciliano Abel de Almeida/Fundação Cultura do Espírito Santo, 1981.

Lyra, Bernadette. A capitoa. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2014.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Festival do Teatro Brasileiro

Está rolando em Vitória, Vila Velha e Cachoeiro de Itapemirim, entre os dias 4 e 17 de agosto de 2014, a XVI edição do Festival do Teatro Brasileiro, com programação variada para promover circulação de espetáculos, encontros de grupos teatrais, oficinas de qualificação, dentre outras ações. 
Clique nas imagens abaixo e no link Festival para saber mais e prestigiar.